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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Problemas de US$ 1 milhão


Conhecido pela capacidade de falar de matemática de forma divertida, britânico lança obra recheada de enigmas até hoje indecifráveis e que valem um bom dinheiro


texto André Julião

Marcus du Sautoy entendeu ainda cedo que a matemática não deveria ficar restrita aos cálculos, fórmulas e equações. Para ele, quase tudo pode ser explicado em termos matemáticos, e o que não pode é um mistério empolgante que um dia ainda será resolvido. Esses enigmas ainda não solucionados são o mote de seu livro Os mistérios dos números – uma viagem pelos grandes enigmas da matemática (que até hoje ninguém foi capaz de resolver), lançado no Brasil pela Zahar. Mais do que um pesquisador na área, Sautoy tem se notabilizado como divulgador da disciplina. Ele escreve em revistas de divulgação científica e jornais e é figurinha fácil em programas de rádio e TV na Grã-Bretanha. Seu talento para explicar matemática às massa rendeu-lhe a Cátedra Simonyi para a Compreensão Pública da Ciência da Universidade de Oxford, onde Sautoy é professor. A cátedra foi criada em 1995, financiada pelo húngaro-americano Charles Simonyi, antigo programador da Xerox e da Microsoft famoso por ser o primeiro homem a ir duas vezes ao espaço como turista espacial. Sua intenção era de que o premiado fizesse importantes contribuições para a compreensão pública de algum campo científico. Seu primeiro titular deveria ser o evolucionista Richard Dawkins. Sautoy sucedeu Dawkins em 2008, com a aposentadoria do polêmico cientista militante do ateísmo. 

Em Os mistérios dos números, Sautoy apresenta de forma divertida conceitos que podemos até ter visto na escola, mas cuja apresentação provavelmente não foi tão intrigante como a que ele faz. “O sistema educacional opta por privilegiar o lado utilitário e funcional da matemática e não as belas e excitantes ideias. É como aprender escalas e arpejos num instrumento musical e nunca ouvir música de verdade”, disse o autor por e-mail à Unesp Ciência, da beira da piscina, enquanto aproveitava um feriado na Inglaterra. “Este livro é meu manifesto para o que deveria ser ensinado nas escolas”, completa o professor. 

No primeiro capítulo, por exemplo, em que se dedica a mostrar os enigmas que cercam os números primos, Sautoy usa o exemplo de uma espécie de cigarra que aparece nas florestas dos Estados Unidos e no Canadá a cada 17 anos (um número primo, ou seja, divisível apenas por um e si mesmo). O inseto, da espécie Magicicada septendecim, passa todo esse tempo debaixo da terra, sugando as raízes das árvores para se alimentar. Em um dia de maio do 17º ano de seu ciclo de vida, as cigarras saem da toca e começam a cantar umas para as outras. O barulho é tão grande que muitas pessoas se mudam da região nessa época. Depois de fertilizadas, as fêmeas depositam os ovos na superfície e, após seis semanas de muito barulho, todas as cigarras morrem e a floresta fica em silêncio pelos próximos 17 anos. 


Encontro fatal 

A teoria mais usada para explicar esse fenômeno é a de que um possível predador também costumava aparecer periodicamente na floresta, sincronizando sua chegada com a das cigarras, quando então podia se banquetear delas. Com a seleção natural regulando sua vida em ciclos de números primos (existem ainda espécies que aparecem a cada 13 anos, e outras a cada sete, ambos igualmente números primos), as cigarras se depararam com predadores com muito menos frequência do que se tivessem um ciclo de número não primo. “Por exemplo, suponhamos que os predadores apareçam a cada 6 anos. As cigarras que surgem a cada 7 anos irão coincidir com os predadores apenas a cada 42 anos. Por outro lado, as que aparecem a cada 8 anos irão coincidir com os predadores a cada 24 anos; cigarras que surgem a cada 9 anos coincidirão ainda mais amiúde: a cada 18 anos”, escreve. Com um ciclo de 17 anos, o encontro da cigarra com seu predador vai demorar mais de 100 anos para ocorrer. 

O talento de Sautoy para encontrar em outras ciências e, mesmo no dia a dia, exemplos de aplicação da matemática foi apurado durante os anos como estudante da mesma Universidade de Oxford em que dá aulas hoje. “O sistema de Oxford encoraja os estudantes de matemática a interagir com os de outras áreas. Então eu passei muito tempo explicando para filósofos, historiadores e músicos as maravilhas da minha área de estudo. Acho que foi graças a essa atmosfera interdisciplinar como estudante que eu me dei conta de que tinha uma habilidade para explicar conceitos da matemática para não-matemáticos”, diz. “Fiz também muito teatro, acho que é por isso que eu gosto de fazer programas de TV sobre matemática. Aliás, acabo de escrever uma peça chamada X&Y sobre questões que trabalho na matemática. Espero levá-la ao Brasil um dia!” 

Para quem ainda não se convenceu a ler o livro, Sautoy, autor também do aclamado A música dos números primos, lançado aqui em 2007, dá a chance para o leitor ganhar US$ 1 milhão. É quanto o empresário americano Landon Clay oferece para quem resolver um dos seis “Millenium Prize Problems” ainda sem solução. O único deles resolvido até agora, conhecido como Conjectura de Poincaré, foi solucionado pelo russo Grigori Perelman em 2002. Em 2010, o Clay Mathematics Institute, fundado por Landon Clay, anunciou que Perelman era o vencedor de um dos prêmios milionários, mas este recusou a oferta, alegando que o reconhecimento pela solução era suficiente. 

Segundo Sautoy, quem se propuser a resolver algum dos problemas deve ter “pensamento lateral”, uma tradução aproximada de “lateral thinking”, termo cunhado pelo médico maltês Edward de Bono para descrever a solução de problemas através de uma abordagem indireta e criativa. “Deve ser alguém que possa olhar para um problema de um novo jeito, perguntar uma nova questão, encontrar um método alternativo de solucioná-lo. Eu acredito ainda que esses problemas precisam de alguém que possa combinar toda uma gama de formas matemáticas de pensar”, afirma o autor. 

A recompensa maior, segundo Sautoy, sempre será a resolução do problema em si. Perguntado se às vezes não é frustrante ser um matemático, principalmente quando não se consegue solucionar um problema, ele diz: “Com certeza! Mas, de certa forma, essa também é a graça da coisa. Porque a excitação e o afluxo de adrenalina que ocorrem quando você finalmente resolve um problema que foi tão difícil de solucionar compensa toda a frustração”.


Referência:

Revista: Unesp Ciência, setembro de 2013 - Ano 5, nº 452013  <http://www.unesp.br/aci_ses/revista_unespciencia/acervo/45/livros>. Acesso em 11 abr 2016.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Use a Lógica

Use a Lógica
Um guia sobre a construção e o desenvolvimento do raciocínio, Use a lógica mostrará ao leitor como explorar suas idéias e comunicá-las de modo conciso e eficaz. 


Considerando a ciência uma arte ou uma habilidade - é possível conceituá-la nos três níveis a lógica é base da nossa capacidadede pensar, analisar, argumnentar e comunicar. Na verdade, ela vai no núcleo exato do que chamamos de inteligência humana. Seu domínio começa do entendimento do que é raciocínio correto, abrange  a compreensão da afinidade entre pensamento lógica e expressão lógica e o caminho dos termos básico do argumento. 



O autor, acadêmico especialista em lógica, desconstrói o pensamento em suas partes essenciais por meio de analise e exemplos claros e objetivos. Indicado a estudantes, professores e profissionais em busca de aprimoramento ou amantes dos mecanismos do pensamento e da expressão.

Título: Use a Lógica
Subtitulo: Um guia para o pensamento eficaz
Autores: D. Q. MCINTERNY
ISBN: 8576841096
Páginas: 160
Edição:
Tipo de capa: BROCHURA
Editora: Best Seller
Ano: 2006
Idioma: Português
Código de Barras: 9788576841098

sábado, 31 de dezembro de 2011

Matemática e Natureza

Matemática e Natureza
Um dos maiores problemas da Matemática é explicar o que ela é. Vamos começar pelo que ela não é.

Matemática não é sobre símbolos nem cálculos. Símbolos são ferramentas e assim como a música não é uma sequência de notas, a Matemática não é sobre símbolos. Matemática também não é sobre cálculos. Cálculos são processos que levam a algum resultado. De fato, atualmente, quase todos os cálculos ficam para as máquinas. Genericamente podemos dizer que a Matemática é sobre ideias.

Este livro procura apresentar a Matemática como uma coleção de ideias. Ele foi formulado como um guia parao que é ainda importante na Matemática clássica, e uma introdução aos mais recentes  desenvolvimentos.


Procura apresentar as ideias de maneira clara e acessível para pessoas com o conhecimento básicos adquiridos no ensino médio, sem deixarde lado o rigor e o fascínio na descoberta Matemática.




Autor: MICHEL JANOS
Editora: Livraria da fisica
Idioma: Português
Páginas: 460
Edição:  1ª
Ano: 2010
ISBN: 9788578610388
EAN: 9788578610388

domingo, 16 de outubro de 2011

O Universo e a Xícara de Chá: A Matemática da Verdade e da Beleza

O Universo e a Xícara de Chá
O que uma imensa galáxia e uma xícara de chá têm em comum? A matemática. Para alguns essa palavra dá arrepios, para outros, como Einstein, soa como poesia. Nesta obra, a autora K. C. Cole discute como a matemática pode ser empregada no mundo em que vivemos. Segundo Cole, a matemática nos permite traduzir a complexidade do mundo por meio de padrões mais maleáveis. É preciso compreender não as fórmulas e números abstratos e aparentemente sem significado que nos ensinam na escola, mas sim a lógica que subjaz, muitas vezes insuspeita, na maioria das situações de nossas vidas e cuja compreensão nos torna mais lúcidos e aptos a tomar decisões importantes. 



A jornada em busca dessa percepção se dá em duas etapas. Inicialmente são desvendadas questões ou premissas matemáticas que permeiam de forma inusitada uma vasta gama de aspectos de nosso cotidiano, dos mais banais aos mais excepcionais.  Em seguida vem a etapa de analisar essas questões ou premissas à luz da massa desordenada de dados à qual, geralmente, temos acesso. Esse é um passo delicado, no qual é fundamental peneirar as informações e examiná-las em contexto adequado e com espírito crítico, levando em conta, inclusive, as limitações de nossa razão. Neste processo percebemos também o quão facilmente podemos ser manipulados por informações corretas porém tendenciosas se simplesmente aceitamos os dados que nos são transmitidos sem examiná-los criticamente. 


Dessa forma, "O Universo e a Xícara de Chá" é um livro apaixonante sobre o poder e a beleza da Matemática. Sem se fixar em uma única equação, a prosa simples e bem-humorada de Cole ajuda a transformar a matemática em algo tangível, desmitificando a matemática e explicando por que ela não deve ser temida, permitindo que entendamos melhor o mundo em que vivemos



Título: Universo e a Xícara de Chá: a Matemática da Verdade e da Beleza, O
Autora: K.C. Cole
ISBN: 8501073830
Páginas: 291
Edição:
Tipo de capa: Brochura
Editora: Record
Ano: 2006
Idioma: Português

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Matemática & Gregos

Matemática & Gregos
Matemática é muito mais que contar e medir, e Hélio Cyrino destaca isso muito bem, indo às origens do pensamento grego que deu origem ao que hoje entendemos por Matemática. Sua visão externalista da História da Ciência fala, em linguagem simples e historicamente correta, da Economia, da Sociedade, da Educação, da Filosofia e da Matemática na Grécia e, assim, monta o cenário no qual Tales, Pitágoras, Sócrates, Platão, Aristóteles, Euclides e Arquimedes se movimentarão. 

E então Hélio não se esquece que Matemática na escola é também contar e medir e que seu livro será lido por alunos que estão cursando nossas escolas, onde a Matemática aparece essencialmente associada à Aritmética e à Geometria tradicional. Vemos fatos geométricos e aritméticos que comparecem nos currículos enriquecidos de forma amena, agradável, e destacamos correta, sem cair no anedotário.
 
Uma bibliografia, que resiste a tentação da demonstração pedântica de erudição e se limita a obras acessíveis ao público a que se destina o livro, completa este agradável e útil primeiro volume de uma prometida série sobre História da Matemática. Assim, o livro coloca o leitor em contato com aspectos da matemática, como uma ciência que não apenas mede e conta, mas que, numa visão abrangente do conhecimento, propõe-se a explicar o mundo a maneira mais real possível, observando e levando em conta as experiências humanas. 


Autor: Helio Cyrino
ISBN: 8576700298
Páginas: 117
Edição: Edição
Tipo de capa: Brochura
Editora: Atomo Editora
Ano: 2006
Idioma: Português 

domingo, 21 de agosto de 2011

A janelas de Euclides
Se você não é um daqueles alunos que adoram matemática, esse livro o ajudará a compreender melhor a geometria, aquela área que sempre deixou muitos estudantes meio confusos. De uma maneira simples e muito engraçada, o autor conta a história da geometria, de um jeito que as crianças vão amar e os adultos também!

No livro, Leonard Mlodinow, Phd em física e matemática, parceiro e co-autor de Stephen Hawking na seqüência de 'Uma Breve História do Tempo', narra em 'A Janela de Euclides' uma façanha de transformar a história da geometria, das linhas paralelas e das linhas curvas do Universo numa história cheia de graça e fascínio  ao longo do tempo. Mlodinow mostra que a geometria é uma ciência que permeia todo o mundo em que vivemos. Ela afeta as nossas percepções de arte e música. 

A pintura e a escultura seguem princípios geométricos básicos de proporção e simetria; as relações definem as escalas musicais e as composições clássicas são altamente matemáticas em sua natureza. A arquitetura busca na geometria as bases do que é possível construir. Até o corpo humano tem uma elegância geométrica em si; o famoso desenho de Leonardo da Vinci de um homem em pé dentro de um círculo é uma demonstração de com nossa fisiologia se harmoniza com a natureza e suas leis. 

Tudo isso é revelado nesse romance cheio de aventura e emoção de forma divertida e clara, transformando a leitura do livro muito fácil e agradável.



Autor: LEONARD MLODINOW
Editora: Geração
Idioma: Livro em português
Edição:
Ano: 2004
Número de páginas: 294
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
ISBN: 8575090992
ISBN-13: 9788575090992

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A Convenção dos Algarismos

A Convenção dos Algarismos
O brasileiro, Lázaro Coutinho, teve a ideia brilhante de dar vida a entidades abstratas em seu livro “A Convenção dos Algarismos”, os personagens são os númeross – eles mesmos: 0, 1, 2, 3, etc. – e suas conversas tratam de algumas curiosidades ligadas a conceitos como geometria do pentagrama e outras complexas descobertas do raciocínio. 

Este livro é uma narrativa romanceada do que acontece numa convenção dos algarismos inusitada reunindo os algarismos indoarábicos, onde acontece de tudo, intrigas, ciúmes e vaidades que vão surgindo em meio a uma disputa frenética para chegar à resposta: qual o algarismo que está acima de todos os outros?
 
Por serem vaidosos, os algarismos discutem por pequenas intrigas, como também discorrem, um a um, sobre suas qualidades. Além disso, durante a disputa os algarismos nos trazem fatos descobertos por matemáticos famosos. Assim ficamos conhecendo melhor Carl Friederich Gauss, O Príncipe dos Matemáticos, cuja história nos remete a uma escola do interior da Alemanha dirigida sob rígidos princípios medievais. 

Na saborosa narrativa, o  autor revela interpretações místicas atribuídas aos números e como eles passam a ter uma “personalidade” no ambiente social. O número 2, por exemplo, “resume conceitos binários como belo e feio, verdade e mentira, bom e mau”, escreve Coutinho.
 
Um desfile de curiosidades numéricas e de marcos da História da Matemática entram nesse envolvente romance "A Convenção do Algarismos" , é um thriller que, no final, proporciona ao leitor um novo entendimento da realidade e da trajetória do pensamento humano. 

Editora: Livraria da Física
Páginas: 166
Edição: 1ª. ED. 2010
Idioma: Português
Formato: Médio  
Capa: Brochura
ISBN: 9788578610456
EAN: 9788578610456

quarta-feira, 1 de junho de 2011

ALEX NO PAÍS DOS NÚMEROS - Uma viagem ao mundo maravilhoso da matemática

O livro "Alex no país dos números" narra as peripécias do autor (Alex Bellos, jornalista inglês e  ex-correspondente do jornal “The Guardian” no Brasil) no universo dos números por meio de uma linguagem ao mesmo tempo rigorosa e agradável. Com um texto leve, Bellos nos mostra que a habilidade de contar, pelo menos até três, é universal. Para o autor, a matemática é segunda ciência que mais utilizamos no dia a dia, sendo a primeira o português.  

Alex Bellos empreende uma viagem exploratória pelo país da matemática para demonstrar que o estudo dos números e de suas mútuas - e, às vezes, estranhas - relações não precisa passar pelo tormento enfadonho do ensino tradicional. Dotado de profunda empatia com o mundo dos números, Bellos conduz o leitor por um roteiro de personagens tão interessantes quanto as singularidades inesgotáveis do número. 


“Uma jornada a um universo espantoso e fascinante que está por toda parte mas que poucos realmente conhecem.”   
The Guardian


Viajando entre diferentes línguas e culturas, o autor investiga as fascinantes propriedades do jogo de Sudoku com seus inventores; conversa com um pesquisador francês especializado no raciocínio quantitativo de tribos indígenas da Amazônia; venera um guru indiano responsável pelo legado do mítico criador do zero; visita a escola japonesa em que professores e alunos fazem cálculos extraordinários imaginando o funcionamento de um ábaco; na companhia de um estatístico, aventura-se num cassino de Nevada para tentar prever os acasos da fortuna; consulta um famoso numerólogo sobre o nome profissional que deve usar.

Portanto, o livro narra as andanças inusitadas de Bellos pelo território dos números com uma linguagem ao mesmo tempo acessível, divertida e precisa. Com uma mistura de curiosidade e rigor intelectual, o autor passa em revista os desenvolvimentos mais recentes de campos de vanguarda, como a teoria dos grandes números e a informática, sem negligenciar aspectos cotidianos, engraçados e surpreendentes da matemática. Ricamente ilustrado, o livro oferece a leigos e especialistas um entretenimento intelectual de primeira categoria. 



Autor: Bellos, Alex
Tradutor: Claudio Carina / Berilo Vargas
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2011
Edição:  
Páginas: 490
Idioma: Português
Subtítulo: Uma viagem ao mundo maravilhoso da matemática
Formato: Médio  
Capa: Brochura
ISBN: 9788535918380


sexta-feira, 6 de maio de 2011

O Homem que Calculava

O autor, Malba Tahan, relata as incríveis aventuras de um homem singular e suas soluções fantásticas para problemas aparentemente insolúveis. Um clássico brasileiro que, sem perder o clima de aventura e romance da terra das mil e uma noites, ensina matemática por meio da ficção.

Malba faz de Beremiz Samir, personagem central dos eventos que se desenrolam no século XIII descobre que pode se dar bem usando seus conhecimentos matemáticos. Assim o livro apresenta de forma romanceada alguns problemas, quebra-cabeças e curiosidades da matemática. Em certa passagem narra, inclusive, uma das lendas da origem do jogo de xadrez. Ao longo da leitura também se vai conhecendo alguns costumes da cultura Islã. 

As proezas matemáticas do calculista persa Beremiz Samir tornaram-se lendárias na antiga Arábia, encantando reis, poetas, xeques e sábios. Dessa forma,  transmir para os leitores uma forma instigante de ensinar os fundamentos da matemática. 

A matemática recreativa apresentada no livro é, certamente, menos dolorosa que a fria e doutoral ensinada nos colégios. Malba Tahan (pseudônimo do professor Júlio César de Mello e Souza) conseguiu realizar quase que um milagre, uma mágica: unir ciência e ficção e acertar.


O livro vem sendo consumido com rara avidez há geraçõe e está sendo reeditado pela Editora Record. Com um novo projeto gráfico, atraente e moderno, o livro é definitivamente um sucesso.


Editora: Record
Autor: MALBA TAHAN
ISBN: 8501061964
Origem: Nacional
Ano: 2001
Edição: 55ª
Número de páginas: 304
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Como a Matemática Explica o Mundo

Vivemos em um mundo matemático, mesmo que isso nem sempre seja óbvio. Cada vez que usamos o celular, a internet, ou nos organizamos para realizar mais de uma tarefa estamos "fazendo" Matemática. "O quê?" - pode se perguntar um leitor que teve a tradicional experiência de ver a matéria como um bicho de sete cabeças - "Eu nunca gostei de matemática!" Então, prepare-se, tudo isso está prestes a mudar! Em Como a Matemática Explica o Mundo, James Stein realiza a proeza de explicar grandes resultados da Matemática do século XX de uma forma bem-humorada, precisa e acessível. Passando por tópicos tão variados como sistemas eleitorais, Física Quântica e Caos, a sensação que se tem é a de estar sentado com um velho amigo, excelente contador de histórias, que decidiu nos contar sobre o fascínio da Matemática, unindo idéias abstratas ao cotidiano. 

Pode parecer surpreendente que aqueles que trabalham com a Ciência e com a Matemática, mesmo sem as credenciais de um Einstein, não vivam com medo de estar trabalhando num problema possivelmente insolúvel. Tais problemas ocorreram com alguma freqüência ao longo da história? E muitas vezes, mesmo que o cisne negro escape, o resultado não é o fracasso, mas a descoberta de algo novo, que é quase sempre interessante e, algumas vezes, tem um enorme valor prático. As histórias desses "fracassos", e dos surpreendentes avanços que ocorreram por causa deles, formam o tema central deste livro.

No decorrer dessa conversa Stein nos oferece um pouco da história da Matemática e da sua própria história, e apresenta suas opiniões, sempre tendo o cuidado de deixar claro o que é opinião e o que é consolidado. Além disso, o autor também consegue escrever de uma forma com que até os leitores com conhecimento matemático tenham algo para aprender. Neste livro, os exemplos utilizados são rigorosamente selecionados e ilustram idéias abstratas, muitas vezes aparentemente paradoxais, de forma clara e concisa. Stein respeita a inteligência do leitor e oferece um desses livros, nos quais, no final, tem-se a sensação de que aprendemos muito mais e de que o mundo se tornou mais cristalino.


Editora: Campus/Elsevier
Autor: James D. Stein
Ano: 2008
Edição:  
Páginas: 288
Idioma: Português
Subtítulo: O Poder dos Números no Cotidiano
Formato: Médio  
Capa: Brochura
ISBN: 9788535229455

quarta-feira, 9 de março de 2011

Flatland - O País Plano

Há mais de cem anos Edwin Abbott escrevia uma aventura matemática passada num país plano povoado por uma sociedade hierárquica de figuras geométricas regulares, que pensavam, falavam e tinham sentimentos muito humanos. Desde essa altura, Flatland - O País Plano tem fascinado gerações de leitores de todos os tipos, sendo considerado simultaneamente pela crítica um clássico de ciência e de ficção científica.

Ao imaginar o contacto e a comunicação entre seres de diferentes dimensões, Abbott explorou com profundidade a analogia entre as limitações dos humanos e das figuras de duas dimensões. Escrito sob a forma de uma história de aventuras, o presente livro apresenta e desenvolve os conceitos de relatividade e espaço multidimensional, apelando também aos leitores interessados em grafismo informático.

Flatland é uma mistura bem elaborada de matemática, geometria, crítica social e humor. A história é narrada por um simples Quadrado, que nos vai guiar pelo mundo de Flatland e pela vida dos seus habitantes. Estes estão divididos por classes sociais que são directamente proporcionais ao número de lados que cada habitante tem; a classe social mais baixa é a dos triângulos isósceles, e a mais alta, a dos círculos (polígono com um número infinito de lados). Entre eles, estão os triângulos equiláteros (a classe média), os quadrados e, acima deles, os polígonos regulares (a aristocracia)… As mulheres em Flatland são apenas linhas, que vistas pelos outros habitantes, e de frente, reduzem-se a um ponto, o que podem causar sérios acidentes, como perfurar um transeunte distraído; o facto obrigou a haver entradas diferentes para ''homens'' e ''mulheres'' nas casas…

Editora: Gradiva Publicações
Autor: Edwin Abbott
Edição/reimpressão: 
Ano: 2001
Páginas: 138 
ISBN: 9789726623038
Capa: Brochura

domingo, 23 de janeiro de 2011

A MATEMÁTICA NA ARTE E NA VIDA

Este livro sobre matemática pode interessar a professores, pesquisadores, arquitetos, biólogos, astrônomos, dentistas, médicos, músicos, artistas em geral, publicitários, entre outros.

No livro, o autor, Paulo Roberto, explica a existência de padrões matemáticos implícitos no que reconhecemos como belo, provocando uma interessante reflexão sobre a Proporção Áurea e sua relação com a nossa admiração pela arte, ciência e natureza.

Essa relação da ciência no cotidiano é revelada logo nas primeiras páginas, quando se explica o que está por traz dos nomes dos dias da semana. Para Paulo Roberto, trazer a matemática para a rotina é um eficiente recurso pedagógico. 

"Quando o professor consegue aproximar o cotidiano à matemática, torna a matéria mais interessante. Encontramos a matemática a todo o momento ao nosso redor, cabe ao professor citá-la".

A contextualização dos conceitos matemáticos é um recurso narrativo bem empregado pelo autor, ele sugere que isso também seja uma ferramenta didática. 

"Nascemos e crescemos ouvindo histórias de avós, parentes, amigos e, até mesmo, de pescador. Mas, infelizmente, quando sentávamos à carteira para assistir uma aula de matemática, as histórias acabavam. A ciência, mais especificamente neste caso, a matemática, precisa de belas histórias para situá-la como uma manifestação cultural de vários povos, em todos os tempos, e para mostrar que a matemática estudada nas escolas é apenas uma das muitas formas de matemática desenvolvidas pela humanidade, sua origem está na Antigüidade. É fundamental mostrar que hoje ela é indispensável, em todo o mundo, por conseqüência do desenvolvimento científico, tecnológico e econômico que estamos vivendo".

Neste trabalho o leitor terá oportunidade de acompanhar a fascinante trajetória dessa busca e do entendimento da beleza natural.

"O leitor poderá não apenas deslumbrar-se com uma pintura, uma obra arquitetônica ou uma escultura, mas também desvendar o que aquela obra significa''.


Editora:  Livraria da Física
Autor:  Paulo Roberto Martins Contador
Idioma:  Português
Número de páginas: 
232
Edição: 
Ano: 2008
ISBN: 
9788588325920
EAN: 
978858832592

domingo, 5 de setembro de 2010

O Romance da Equações Algébricas

O Romance da Equações Algébricas
´O Romance da Equações Algébricas' representa algo inovador no Brasil e há de exercer duradoura influência nos métodos de ensino da Matemática em nosso País. Sem dúvida, trata-se de uma obra que será muito bem recebida por professores, alunos e aficcionados e está destinada a despertar em muitos jovens vocações até então desconhecidas para uma ciência que, ainda hoje injustificadamente, costuma ser envolta em um manto de mistério e encarada com infundado temor.

O livro possui uma suavidade tão incrível e, ao mesmo tempo, mostrando os alicerces da matemática como seres humanos cheios de ações errôneas e fazendo-nos idealizá-los como pessoas que faziam suas equações e que se enganavam e que outros viriam e agregariam valores a suas idéias. O enfoque é muito interessante levando-nos a um passeio delicioso pelas equações algébricas.

Portanto trata-se de um dos mais belos documentários sobre a história da matemática tendo como enfoque principal as equações algébricas desde a sua forma embrionária na Babilônia até aos matemáticos do início do Século 20 como George Cantor. Além de um vasto conteúdo de informaçoes técnicas este livro faz uma análise psicológica dos maiores gênios da matemática como: Nicoló Fontana, Tartaglia, Cardano, Fermat, Descartes, Newton, Euler, Gauss, Abel, Galois e outros.


Editora: Livraria da Física
Autor: Gilberto G. Garbi
Idioma Poruguês
Número de páginas: 256
Edição:
Ano: 2007
ISBN: 8588325764

terça-feira, 31 de agosto de 2010

PARA QUE SERVE O ZERO?

Os números 1,, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 se ahavam muito importantes...
 

Você tem 2 olhos para ler a história dos 3 porquinhos. 4 são as estações do ano. 5, os dedos de sua mão. 6, as faces de um cubo, e 7, as maravilhas do mundo. O Cristo Redentor, do Rio de Janeiro, é 1 das novas maravilhas do mundo. A aranha tem 8 patas e 9 foram os meses que você morou na barriga de sua mãe... E o Zero, será que ele é importante? 

O 0 ficou de fora a olhar para os outros números a brincar, pois não tinha quadrado. Ficou muito triste pois estava farto de ser gozado pelos outros números e resolveu convencê-los que é um número bem especial. Será que vai conseguir?

Uma forma simples e divertida de dar a conhecer as primeiras noções de matemática! assim,  Para que serve o Zero? é um álbum narrativo cuja acção é protagonizada pelos algarismos, que constitui uma espécie de chamada de atenção para a importância que os números e a matemática desempenham no quotidiano, sendo alvo de utilizações tão frequentes que nem nos lembramos deles. Com ilustrações de Madalena Matoso, que personificam os números, aproximando-os, pelo comportamento e pela aparência, de seres humanos, o livro em questão possibilita diferentes leituras e diversos níveis de análise, para além de, do ponto de vista visual e gráfico, constituir um objecto agradável e interessante. 

Editora: Oficina do Livro
Autora: Ana Vicente
ILUSTRADOR: Madalena Matoso
Idioma: Português
ISBN: 9789895551927
Número de Páginas: 32
Ano: 2006
Edição: 1ª EDIÇÃO
Acabamento: Brochura

terça-feira, 27 de julho de 2010

O Matemático Disfarçado

Se é difícil simplificar matérias sobre o universo e o dia-a-dia, mais complicado é encontrar alguém que o faça com humor e irreverência. Edward Burger e Michael Starbird conseguem-no e transformam grandes questões matemáticas em desafios simples e ao alcance de todos. Este é um livro divertido, repleto de estranhas coincidências, caos, infinito, origami, cadeias de DNA e de obras de arte, que coloca inúmeros desafios ao leitor.

Edward B. Burger é professor de Matemática do Williams College. Já recebeu alguns dos mais importantes prémios de ensino e escrita da Mathematical Association of America.

Michael Starbird é professor catedrático da Universidade do Texas, em Austin, e membro da Academy of Distinguished Teachers.
O livro que tem entre mãos vai conduzi-lo através de uma aventura maravilhosa. Vai levá-lo a vários tópicos matemáticos - alguns modernos, outros antigos, mas todos eles profundos. E vai seduzi-lo página a página com a simplicidade de exposição, com o humor e com o inesperado de muitas conclusões. (...) Ao chegar ao fim, o leitor não se sentirá defraudado. Ter-se-á divertido. Terá ganho umas boas horas da sua vida ao lê-lo. (Nuno Crato, in Prefácio)

Editor: Academia do Livro
Autor(es):Edward B. Burger e Michael Starbird
Idioma: Português
Páginas: 332
ISBN:
9789898194381
Ano: 2009
Edição/reimpressão: 1ª edição
Acabamento: Brochura

sexta-feira, 4 de junho de 2010

A Matemática das Coisas

A Matemática das Coisas, é um livro que te pode a judar a ver a Matemática de uma forma diferente. Em forma de pequenas histórias divertidas, Nuno Crato mostra que a matemática é essencial no mundo moderno e que pode ser compreendida por todos. 

O Prefácio dá-nos logo indicação de que o livro A Matemática das Coisas pretende descortinar a importância da matemática no quotidiano. “Os computadores não teriamsido possíveis sem a lógica binária, a teoria dos grupos e o conceito matemático de informação. Os nossos telefones não funcionariamse não tivessem existido o estudo estatístico de sinais e os algoritmos de digitalização e compressão de dados.

Os semáforos automáticos não seriam eficazes sem os desenvolvimentos de uma área da matemática aplicada designada por investigação operacional. ”O objectivo é claro: suscitar a curiosidade do leitor para a matemática.

O livro está dividido em cinco subtítulos: coisas do dia-a-dia, a terra é redonda, coisas secretas, arte e geometria, e coisas matemáticas. Os temas são muito variados. Encontramos pequenas histórias, entre três a sete páginas cada, que explicam os paradoxos do “pára-arranca”, da melancia e do bolinho, as diferentes maneiras de atar os atacadores, as origens do Sudoku, como nos orientamos pelo GPS, os processos de codificação e linguagem secreta, o formato de papel A4, o acaso, as probabilidades emuito, muito mais. Ao todo, são 45 histórias damatemática que aumentam a nossa compreensão e o nosso prazer com esta ciência.

Este é um livro de deliciosas histórias matemáticas, histórias sobre a beleza e o poder da matemática. É a matemática em acção, contada de forma que todos a entendem, de maneira que os jovens se entusiasmam e que os professores se inspiram.

Portanto, Crato escreve com grande clareza, num estilo acessível ao mais leigo dos leigos, sendo capaz de resumir em poucas linhas os contributos dos grandes matemáticos do passado, mas quanto melhores forem os seus conhecimentos, mais fácil é de entender.

Editora: Gradiva
Autor: Nuno Crato
Idioma: Português
ISBN: 9789896162412
Número de Páginas: 248
Ano: 2008
Edição:
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Cartas a uma Jovem Matemática

Ian Stewart oferece-nos esta maravilhosa colecção de pérolas de sabedoria sobre o que fazem os matemáticos e porque o fazem. 

No livro o autor se corresponde com uma rapariga imaginária chamada Meg, partilhando as suas idéias sobre temas tão diversos como a presença da Matemática na vida quotidiana, os problemas que há séculos desafiam os melhores cérebros, o papel dos computadores na investigação moderna, a importância das demonstrações matemáticas ou a melhor forma de organizar um percurso acadêmico. Em mais do que um momento, o leitor identifica-se tanto com Meg que quase deseja seguir os seus passos na via cruciados aspirantes a matemáticos, mesmo sabendo que já nem consegue resolver uma equação de segundo grau.

Assim, o autor, conta aos leitores o que  desejava ter sabido quando era estudante. Levanta questões desde o filosófico ao prático — o que é a matemática e porque vale a pena praticá-la, a relação entre lógica e prova, o papel da beleza no pensamento matemático, o futuro da matemática, como lidar com a comunidade dos matemáticos, e muitas outras — num estilo que combina subtileza, humor e um talento especial para ir direito ao assunto.

Para os interessados pela matemática, ou para os que sentem curiosidade pela ciência em geral, este é um livro obrigatório.

Título original: LETTERS TO A YOUNG MATHEMATICIAN
Editor: Relógio D` Água 
Autor: Ian Stewart
Tradutor: Pedro Ferreira
ISBN: 9789727089215
Páginas: 166
Idioma: Português 
Número de páginas: 166
Edição/reimpressão: 2006
Capa: Brochura
Formato: Médio

sexta-feira, 30 de abril de 2010

O RAPTO DO PROFESSOR DE MATEMATICA

A matemática costuma provocar reações contrárias: há os que gostam de ensinar e aprender e os que saem correndo ao se deparar com uma conta ou equação.

Neste livro de Philippe Barcinski, que estudou física antes de se formar em cinema, um professor apaixonado por matemática escreve durante uma aula o número 1,35273849827 no quadro. Minutos depois, coisas estranhas começam a acontecer: o farol da esquina entra em pane,os comerciantes se confundem com contas fáceis, os aviões param de decolar. Mas qual a relação entre a sua aula e a confusão nas ruas?

O mistério será desfeito quando o professor for raptado para o Mundo dos Números, onde descobrirá que o 1,35273849827 se sentia desprestigiado diante dos outros números, que sempre apareciam escritos por aí. Na primeira oportunidade que teve de aparecer, fugiu para usufruir um pouco mais do Mundo dos Homens, desconhecido para ele até então. No entanto,sem ele a ordem numérica se altera, e conseqüentemente, o cotidiano dos homens vira de cabeça pra baixo. O único capaz de trazer o número de volta e ajeitar a confusão é o professor.

Valendo-se de uma estrutura próxima da fábula, o autor dá vida e personalidade aos números, cujas desventuras e confusões levam o leitor a compreender que sem ela o mundo, tal como o conhecemos, não seria possível.
É uma boa maneira de mostrar que o pensamento abstrato não é um bicho-de-sete-cabeças, mas apenas uma estrutura invisível sobre a qual se sustenta o que vemos e tocamos.

EDITORA: Girafinha
AUTOR: Philippe Barcinski
ISBN: 9788599520642
IDIOMA: Português.
NÚMERO DE PÁGINAS: 48 
ANO: 2007
ACABAMENTO: Brochura 

sexta-feira, 26 de março de 2010

Aritmética da Emilia

O livro Aritmética da Emília é um típico livro do grande escritor José Bento Monteiro Lobato que traz como personagens o Visconde de Sabugosa, a Emília, a Narizinho, D. Benta, Tia Nastácia, Quindim, e o Rinoceronte que são os  inesquecíveis personagens do  Sítio do Picapau Amarelo.  Neste livro o autor demonstra uma maneira prática de ensinar e aprender Matemática usando a criatividade e a peripécia das personagens do Sítio.

Nas primeiras páginas do livro ele aborda a idéia do Visconde em ensinar as crianças  a Matemática formulando assim uma viagem ao País da Matemática, isto é, a viagem seria diferente era o país que viria até o Sítio. Como Visconde havia pensado em tudo a viagem aconteceu de verdade. Daí começa a bela história da Matemática tendo como orientador o Visconde.

Para explicar a história o visconde conta com a ajuda de artistas e colobarodores do país da Matemática. A cada entrada de determinado tema entram artistas diferentes e engraçados as crianças aprendem a Matemática de modo prático e divertido. Alguns conteúdos abordados no livro pelo autor são: Algarismos Arábicos e Romanos; Leitura e escrita de números; Ordens e Classes; Sistema Monetário; Sinais Aritméticos; Problemas; Frações; Mínimo Múltiplo Comum; Números Decimais e Complexos; e as Medidas.

Todos estes assuntos são explicados minuciosamente pelo personagem do Visconde de Sabugosa. O livro é um excelente convite ao estudo prazeroso da Matemática ele leva o leitor a vivenciar a viagem junto com as personagens. O livro é uma boa pedida  de leitura para crianças de séries inicias para desmistificar o medo da Matemática.

Editora: Globo
Autor: MONTEIRO LOBATO
ISBN: 9788525045942
Origem: Nacional
Ano: 2009
Edição:
Número de páginas: 128
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O Diabo dos Números

Um livro de cabeceira para todos aqueles que têm medo da Matemática

O Diabo dos Números de H. Magnus Ensenberger, conta a história de Roberto, um menino  de 11 anos imaginativo que sonha com peixes enormes que engolem seres humanos, escorregas intermináveis que terminam em abismos e outras maluquices e que considera a Matemática um amontoado de números e fórmulas sem qualquer sentido.
A relação de Roberto com a Matemática começa a modificar-se quando, num dos seus milhares de sonhos, Roberto encontra Teplotaxl, o Diabo dos Números.

Em 12 noites, 12 sonhos, o diabo muda por completo a imagem que o rapaz tem da Matemática. O personagem desafia Roberto com problemas e enigmas que, ao longo dos 12 sonhos, o fazem perceber que aprender a Matemática pode ser uma boa aventura. Números triangulares, expoentes, séries de Bonatchi, fracções, tornam-se numa grande festa e perdem a sua usual aparência ameaçadora.

No final do livro, o autor faz um "Aviso" aos leitores. Há termos que são utilizados no livro que não são adequados em Matemática.

O Diabo dá-nos duas pistas que fazem do livro uma leitura essencial para todos os professores de Matemática. A primeira, que nem sempre as dificuldades dos estudantes em relação à Matemática são problemas dos estudantes mas resultado de uma inadequação relativa à forma como a Matemática é ensinada na escola. A segunda, que sem desafios a vencer é difícil conseguir que os alunos se encantem com as matérias.

Editora: Companhia das Letras
Autor: HANS MAGNUS ENZENSBERGER
ISBN: 8571647186
Origem: Nacional
Ano: 2000
Edição: 1ª
Número de páginas: 266
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Questão 178 da prova azul do segundo dia do Enem 2020

(Enem 2020) Suponha que uma equipe de corrida de automóveis disponha de cinco tipos de pneu (I, II, III, IV, V), em que o fator de eficiênc...