MatheusMáthica: "O lado interessante e curioso da Matemática"

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sábado, 14 de setembro de 2013

IV FÓRUM PONTIGUAR DAS LICENCIATURAS EM MATEMÁTICA e IV EREM

 IV FÓRUM PONTIGUAR DAS LICENCIATURAS EM MATEMÁTICA
IV ENCONTRO REGIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA – IV EREM
De 03 a 05 de outubro de 2013


Sobre o Evento:


            O I EREM ocorreu no campus central da UFRN, em Julho de 2005, sob a coordenação da professora Bernadete Morey, com a participação de professores da rede pública de ensino do RN e alunos do curso de Licenciatura em Matemática e de Pedagogia.    

     

O II EREM, sob o tema Múltiplos Olhares Sobre o Ensino e a Pesquisa na Educação Matemática, ocorreu em agosto de 2009, no Instituto Federal do RN com a intenção de propiciar a interação entre pesquisadores, professores de Matemática dos diferentes níveis de ensino e acadêmicos dos cursos de licenciatura e pós-graduação em Matemática e em Pedagogia. 


Dentre outras iniciativas, em 2010, a SBEM/RN promoveu o I Fórum Potiguar das Licenciaturas em Matemática com intuito de socializar e discutir os Projetos Pedagógicos dos Cursos de Licenciatura e também, promover intercâmbio com profissionais que atuam nos diferentes níveis da Educação. 


Em 2011, a SBEM/RN promoveu, simultaneamente, o III EREM e o II Fórum Potiguar das Licenciaturas em Matemática, cujo tema foi Diálogos de Educação Matemática e Outros Saberes. Este evento foi realizado no período de 30 de setembro a 03 de outubro de 2011, na cidade de Mossoró-RN e teve por objetivo reunir professores, pesquisadores e envolvidos com a área de Educação Matemática para divulgar experiências, práticas e produções acadêmicas da área. 


Dando continuidade a essas iniciativas a SBEM/RN, promove agora o IV Fórum Potiguar das Licenciaturas em Matemática o IV EREM, com o tema Trajetórias de Formação Docente: Elos e Reflexos do Saber Matemático. Os eventos serão realizados no período de 03 a 05 de outubro de 2013, no Campus do IFRN na cidade de Santa Cruz-RN, pretendem reunir professores, pesquisadores da área de Educação Matemática e interessados na área, para socializar experiências e produções acadêmicas . 


Essa é mais uma contribuição da SBEM/RN aos estudos e pesquisas que buscam compreender e apontar caminhos para minimizar os problemas identificados nos processos de ensino e de aprendizagem da Matemática.

Contatos: 

Atendimento às quintas-feiras das 13h às 17h

(Sala 06 - 2º andar - Centro de Educação – UFRN - Fone: (84) 3342 2270 - ramal 237)








XIV SEMAT

SEMANA DE MATEMÁTICA DA UEFS

“Várias Faces da Matemática: Desafios e Perspectivas, do Ensino à Pesquisa" 

De 04 a 08 de Novembro
    

         
O Diretório Acadêmico de Matemática Maria Hildete de Magalhães França – DAMAT – da Universidade Estadual de Feira de Santana, ha 16 anos, promove uma semana de discussões com o intuito de divulgar para a comunidade os trabalhos científicos desenvolvidos por pesquisadores da UEFS e outras Instituições do Brasil na área de Matemática, tendo como objetivo discutir questões relativas ao ensino, pesquisa e à formação de profissionais da área de Matemática.

Esse evento, iniciou-se com a necessidade de divulgação de trabalhos da graduação em Licenciatura em Matemática, e ao longo dos anos tornou-se um evento tradicional e reconhecido pelas instâncias desta Universidade, sempre com apoio do Colegiado de Matemática e do Departamento de Ciências Exatas.

Durante a semana de discussões, são apresentadas palestras por professores do Campus, pesquisadores e convidados, além da apresentação de comunicações orais de trabalhos científicos, pôsteres de pesquisas em andamento, bem como oficinas, minicursos, mesas redondas e grupos de discussão.

Desta forma, a XIV Semana de Matemática da UEFS que será realizado de 04 a 08  de Novembro de 2013 , na Universidade Estadual de Feira de Santana(UEFS), sob o tema “Varias Faces da Matemática: Desafios e Perspectivas, do Ensino a Pesquisa. ” tem como objetivo promover o intercâmbio de informações, experiências e reflexões entre estudantes, pesquisadores e grupos que pesquisam que desenvolvem ações nos diversos campos de conhecimento da área da Matemática.

Nesse sentido, discutir a estrutura, os modelos de universidade e quais os caminhos os estudantes do curso de matemática podem tomar no âmbito de sua carreira, são essenciais para uma organização de estudantes do ensino superior, bem como o debate sobre os modelos de ensino diversificados. Sendo assim  de grande importância a participação de todos/todas os/as estudantes, professores e demais interessados que quiserem participar do nosso evento, dando sua parcela de contribuição, oportunizando o contato, bem como o debate teórico e metodológico, sobre novos temas e ideias relacionadas à Matemática suas áreas, desafios e perspectivas das mesmas em relação ao ensino, pesquisa e extensão.

Submissão de Trabalhos

O período para submissão de trabalhos começa a partir de 09/09 até 23/09/2013.

Maiores informações: http://sematuefs2013.blogspot.com.br/


Universidade Estadual de Feira de Santana 
Feira de Santana - BA




X SEMAT da UESC

De 23 a 27 de setembro

A Universidade Estadual de Santa Cruz é um dos principais agentes geradores de inovações tecnológicas e científicas em sua área de influência. A Matemática é uma ferramenta indispensável na execução deste processo de geração de conhecimento. A X Semana da Matemática da UESC visa estreitar as relações entre universidade e comunidade, sobretudo as que envolvem alunos de ensino médio e docentes de Matemática e Ciências na Educação Básica, fomentar o envolvimento de alunos de graduação dos cursos de Matemática das universidades baianas em cursos de pós-graduação, e a contribuir na integração entre as áreas de Matemática das universidades e instituições de ensino superior do estado da Bahia.


Maiores contato em: http://xsematuesc.weebly.com/index.html


UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC
Campus Soane Nazaré de Andrade, Rodovia Jorge Amado, km 16, Bairro Salobrinho 
CEP 45662-900. Ilhéus-BA

PPGEM da UESC

Divulgação do novo site do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da UESC:

http://www.ppgemuesc.com.br/


UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC
Campus Soane Nazaré de Andrade, Rodovia Jorge Amado, km 16, Bairro Salobrinho 
CEP 45662-900. Ilhéus-BA

XVII EBRAPEM - Encontro Brasileiro de Estudantes de Pós-Graduação em Educação Matemática

De 14 a 16 de novembro de 2013

EBRAPEM – Encontro Brasileiro de Estudantes de Pós-Graduação em Educação Matemática está caminhando para a sua décima sétima edição promovendo discussões sobre pesquisas em Educação Matemática, tendo como foco principal a participação dos estudantes de mestrado e doutorado. Para tanto, são promovidas conferências, mesas redondas, seções de trabalhos, a partir de temáticas específicas.

O XVII EBRAPEM tem como temática norteadora: Impactos Sociais das Pesquisas em Educação Matemática e acontecerá, pela primeira vez, no Espírito Santo, na capital Vitória.


Local: Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e Instituto Federal do Espírito Santo (IFES)

domingo, 8 de setembro de 2013

PROBABILIDADE: DOS JOGOS DE AZAR À FÍSICA ESTATÍSTICA


SEMINÁRIOS DE MATEMÁTICA
APRESENTADOR: PROF. DR. TERTULIANO FRANCO (IM – UFBA).
TÍTULO: PROBABILIDADE: DOS JOGOS DE AZAR À FÍSICA ESTATÍSTICA.


RESUMO: A Probabilidade é uma área recente da Matemática, tendo sido axiomatizada apenas no anos vinte pelo matemático russo Kolmogorov. Na última década, três matemáticos com trabalhos relacionados à Probabilidade foram agraciados com a Medalha Fields, ilustrando o crescente interesse da comunidade científica no tema. Faremos uma divagação sobre a Probabilidade começando com os jogos de azar de Cardano, e indo até Física Estatística e temas de pesquisa atuais. Passando por bodes, jogos de azar, falácias, falsos positivos e o demônio de Maxwell. A exposição será leve e acessível a alunos de graduação.


DATA: 13/09/2013
HORÁRIO: às 10h30 
LOCAL: Auditório V, Módulo VII.


Universidade Estadual de Feira De Santana -  UEFS
Feira De Santana- BA

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Educação Matemática: Visão histórica



Durante a Antiguidade Clássica, o homem para registrar suas ações de contar, medir, se deslocar e fazer a leitura do seu universo físico, usando a sua intuição, criou a Matemática.  A partir do século IV a.C, com “Os Elementos” de Euclides, tornou-se uma ciência dedutiva.  Na Era Medieval, esses conhecimentos foram esquecidos: todo o saber estava contido nas Sagradas Escrituras.

Com a invenção da imprensa de Gutenberg, a Reforma Protestante e o florescimento das artes e da ciência no século XV, deu-se a primeira grande ruptura histórica: o RENASCIMENTO, marcando o começo da Era Moderna.  As grandes navegações, com a descoberta do Novo Mundo e a introdução da ciência experimental por Galileu e Bacon, determinaram avanços técnico-científicos e, também, uma transformação geopolítica do mundo ocidental.  O século XVIII foi cenário da segunda ruptura histórica que deu origem ao movimento conhecido como Iluminismo.  A independência dos Estados Unidos da América e a Revolução Francesa marcaram essa ruptura.  Na Era Moderna, com o fim do feudalismo e ascensão da burguesia foi levantada a bandeira: EDUCAÇÃO PARA TODOS.  O ensino da Matemática passou a ter status de disciplina obrigatória, desde o fim do século XVIII até o fim do século XIX e começo do XX, sem haver mudança curricular.  A Sociedade burguesa entrava na ERA INDUSTRIAL.  Com problemas tecnológicos, engajando um número cada vez maior de pessoas surgia a classe operária.  Uma mudança curricular da Matemática era necessária, levando Felix Klein e Howard Fehr a propor no Congresso de Matemáticos (Roma, 1908) a Primeira Reforma Internacional do Ensino da Matemática.  A ação de Euclides Roxo e outros professores do Colégio Pedro II repercutiu no Brasil.

Os avanços científicos e tecnológicos, antes e durante a segunda grande guerra, motivaram profundas mudanças na sociedade de após-guerra que determinaram, sob a liderança do matemático e educador Caleb Gattegno, a criação, em 1953, do CIEAME (Comissão Internacional de Estudos e Aperfeiçoamento de Educação Matemática), presidida por Choquet, matemático francês.

Nos anos anteriores, haviam sido organizados quatro seminários, onde foram discutidos por matemáticos educadores, filósofos e psicólogos, em trabalhos em grupo, experiências e pesquisas por renomados pesquisadores e simples professores de sala de aula.  Nesses seminários, foi discutido o isomorfismo entre Estruturalismo Matemático do grupo Bourbaki e o da Psicologia Genética, liderados por Dieudonné e Piaget, respectivamente.

Em 1959, a OECE precursora da ODCE (Organização de Cooperação para Desenvolvimento Econômico) reuniu 600 professores de 20 países em Royamont, França para discutir esse isomorfismo, sendo lançada a Reforma do Ensino da Matemática, conhecida como da Matemática Moderna.  Por outro lado, a partir de 1960, o ICMI se desvinculou do ICM e passou a realizar, de quatro em quatro anos, o ICME (Congresso Internacional de Educação Matemática), consagrando um novo campo de estudo e pesquisa a EDUCAÇÃO MATEMÁTICA.

A UNESCO, preocupado com a reforma da Matemática Moderna, organizou um Seminário Internacional de Educadores Matemáticos, em Lyon (França, 1974). Os encontros deveriam ser feitos por regiões; foi realizado em Montevideo (1974) o seminário: “As aplicações do Ensino e Aprendizagem da Matemática na Escola Secundária”, sendo criado o CIAEM (Comitê Inter Americano de Educação Matemática) filiado ao ICMI e presidido por M. Stone.

O movimento da Matemática Moderna foi um campo fértil para inovadores.  Zoltán Dienes e Georges Papy foram e tiveram grande influência entre nós.  Dienes no grupo GEMPA do Rio Grande do Sul sob liderança de Esther Grossi e GEEM em São Paulo com Oswaldo Sangiorgi.  No Rio de Janeiro, Arago Bachx, ex-bolsista de Papy, fundou o GEMEG (Grupo de Educação Matemática do Estado da Guanabara) de curta vida pela falta de apoio e a oposição dos matemáticos e professores conservadores.  A ideia, no entanto, persistiu.  Alguns professores, entre eles, Anna Averbuch, com a minha volta depois do estágio no IREM (Instituto de Pesquisa em Ensino da Matemática) de Estrasburgo, França, em 1975, resolveram agrupar colegas da Matemática, Psicologia e Pedagogia.  Devido à minha experiência no IREM e disponibilidade como aposentada, resolvemos dar prosseguimento ao GEMEG e fundar o  GEPEM (Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática).

Em assembleia geral, 24 de fevereiro de 1976, com a presença de 39 professores, foram aprovados os estatutos e eleita a diretoria do GEPEM, como consta do número 1 do Boletim, que continua sendo publicado por esses 37 anos e referência da CAPES em pesquisa em Educação Matemática.

A década de 1970 foi de grande efervescência nacional e internacional em Educação Matemática.  Além do GEPEM, outros grupos e programas foram criados, merecendo destaque o da UNESP/Rio Claro.  Internacionalmente, passaram a ser questionados os exageros da reforma da Matemática Moderna, culminando no ICME de Karlsbruch, 1976, onde surgiu o movimento “back to basic” e criado o PME (Psicologia da Educação Matemática), grupo cada vez mais ativo com reuniões anuais.

Em 1980, fui reintegrada ao Instituto de Matemática da UFRJ, onde os professores Lucia Tinoco e Radiwal Alves Pereira já desenvolviam trabalho de formação de alunos da licenciatura, possibilitando a formação de um grupo maior de professores para, em 1982, apresentar o Projeto de Formação de Professores de 1º, 2º e 3º grau para atender o edital do MEC/SESU “Integração da Universidade com o ensino do 1º grau” e, posteriormente, ao Programa da CAPES “Melhoria do Ensino de Ciências e Matemática”, origem do SPEC (Subprograma Educação para a Ciência)  do PADCT (Programa de Apoio ao Desenvolvimento científico e tecnológico) o bem sucedido “Projeto Fundão – Desafio para a Universidade” que completa 30 anos.

Com o desenvolvimento dos programas e grupos existentes, e a criação de muitos outros, era imprescindível a existência de uma associação de âmbito nacional.  Havia unanimidade dos componentes dos principais grupos existentes sobre a criação da Sociedade Brasileira de Educação Matemática.  A professora Tânia Campos, chefe do Departamento de Matemática da PUC/SP, conseguiu que aquela Universidade sediasse um Congresso Nacional de Educação Matemática para discutir e aceitar os princípios desta Sociedade.  Procurou os grupos do Rio que não somente concordaram com a ideia, como também, aceitaram o desafio de redigir a proposta.  Assim, foi na minha casa que, juntamente com João Bosco Pitombeira e Roberto Baldino redigimos a proposta que, aceita pelos órgãos financiadores, permitiu o Primeiro Encontro de Educação Matemática, em 1987, na PUC/SP.

O primeiro ENEM (Encontro Nacional de Educação Matemática) teve o êxito esperado.  A proposta do professor da Universidade de Maringá, PR, para sediar o segundo ENEM foi aceita.  Durante o segundo ENEM, a preparação da Assembleia Geral para a criação da SBEM e eleição por aclamação da primeira diretoria foi bastante tumultuada; havia muita divergência entre os componentes dos vários grupos de Educação Matemática existente.  Teve, entretanto, um final feliz.  A SBEM foi criada no dia 27 de janeiro de 1988 e eleita a diretoria, encabeçada pelos professores Nilza Bertoni e Cristiano Muniz, aos quais os educadores matemáticos são devedores de agradecimento por terem conseguido estruturar a SBEM, com os membros da diretoria dispersos por esse Brasil.

Para terminar estas notas sobre “Fatos históricos determinantes da evolução da Educação Matemática”, deixo para meditar esta frase de Octavio Ianni:

“...nos fins do século XX e começo do século XXI nós estamos metidos numa grande ruptura histórica.”

Na passagem da Era Medieval para a Era Moderna deu-se a primeira grande ruptura histórica: O RENASCIMENTO.

Estamos vivendo outra grande ruptura da passagem da Era Industrial para a Era Digital que denomino Outro RENASCIMENTO pelas semelhanças entre as determinantes de ambos.

A atuação da SBEM, nessa fase da evolução da Educação Matemática será um fator decisivo como foram as Comissões, Comitês e Sociedades para a evolução da Educação Matemática que procurei citar.

Autora: Maria Laura
Montagem: Matheusmáthica

Referência:

Carta de Maria Laura Mouzinho a comunidade de educadores matemáticos: sua última produção em vida.



Arte de Calcular XXIX


1 =
3 + 5 =
7 + 9 + 11 =
13 + 15 + 17 + 19 =
21 + 23 + 25 + 27 + 29 =
31 + 33 + 35 + 37 + 39 + 41 =
43 + 45 + 47 + 49 + 51 + 53 + 55 =



Referência:

Arte de Calcular XXVIII


1 =
1 + 3 =
1 + 3 +5 =
1 + 3 + 5 + 7 =
1 + 3 + 5 + 7 + 9 =
+ 3 + 5 + 9 + 11 =
+ 3 + 5 + 9 + 11 + 13 =
+ 3 + 5 + 9 + 11 + 13 + 15 =
+ 3 + 5 + 9 + 11 + 13 + 15 + 17 =
1 + 3 + 5 + 7 + 9 + 11 + 13 + 15 + 17 19 = 10²



Referência:




Convite para aula inaugural do mestrado em Educação Matemática da UESC do ano letivo 2013.2





LOCAL DO EVENTO

Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) 
Campus Soane Nazaré de Andrade, Rodovia Jorge Amado, km 16, Bairro Salobrinho,
CEP 45662-900, Ilhéus-BA.


Encontro de Modelagem Computacional, Encontro de Ciência e Tecnologia dos Materiais e III Encontro Regional de Matemática Aplicada e Computacional


APRESENTAÇÃO

Os Encontros de Modelagem Computacional e os Encontros de Ciência e Tecnologia dos Materiais são dois eventos paralelos no âmbito de uma reunião científica anual promovida por pós-graduações de caráter multidisciplinar em áreas afins à temática do evento. Nesta edição contaremos com o III Encontro Regional de Matemática Aplicada e Computacional, promovido pela regional 4 da SBMAC (Bahia - Alagoas - Sergipe).

Com foco na visão de que a Modelagem Computacional é uma atividade de pesquisa e ensino inerentemente multidisciplinar que utiliza computação científica e ciências aplicadas na abordagem de problemas práticos decorrentes de fenômenos da natureza ou do desenvolvimento e utilização de novas tecnologias, os encontros de Modelagem Computacional e Tecnologia de Materiais realizados por um conjunto de programas de pós-graduação atuantes nestas áreas têm, portanto, os seguintes objetivos:

  • Reunir grupos de pesquisa que estejam atuando em Modelagem Computacional e Tecnologia de Materiais;
  • Permitir o contato direto destes grupos com outros pesquisadores do país e do exterior que estejam atuando em pesquisa de ponta em problemas aplicados;
  • Permitir aos alunos de pós-graduação, e de graduação, a exposição e a participação em um ambiente de intensa interação científica;
  • Estimular o debate de temas atuais em modelagem computacional, matemática aplicada, computação de alto desempenho e tecnologia de materiais;
  • Induzir o início de novas parcerias para a solução de problemas relevantes com o emprego da Modelagem Computacional;
  • Gerar um ambiente de alto nível científico que permita contatos regulares e continuados entre as pós-graduações e grupos de pesquisas de Modelagem Computacional e áreas afins;
  • Promover o desenvolvimento e a aplicação de técnicas de modelagem computacional e tecnologia de materiais em todas as regiões da federação;
  • Integrar as comunidades de modelagem computacional e materiais a nível nacional.
  • Promover a estudantes a percepção de aplicações da matemática aplicada e computacional.
  • Oportunizar a professores de matemática da educação básica o acesso de aplicações reais da matemática.


DATAS IMPORTANTES

  • Evento 23 a 25 de outubro 2013
  • Prorrogação da submissão de trabalhos completos - 15/08/2013
  • Comunicação de aceite de trabalhos completos - 15/09/2013
  • Inscrições a partir de 01/08/2013


LOCAL DO EVENTO

Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) 
Campus Soane Nazaré de Andrade, Rodovia Jorge Amado, km 16, Bairro Salobrinho,
CEP 45662-900, Ilhéus-BA


CONTATO

Telefone: (73) 3680-5297

quarta-feira, 26 de junho de 2013

FESTIVAL DO MINUTO lança concurso com o tema “Ciência”

Os melhores vídeos concorrem a R$ 10 mil em prêmios 
As inscrições vão de abril a 30 de agosto 
São aceitos vídeos de qualquer formato e que tenham até 60 segundos de duração

“Ciência. Nos deparamos com ela nas mínimas coisas do dia a dia – da lâmpada elétrica ao telefone celular, do banho quente aos tratamentos de saúde, da conservação ambiental ao uso da internet. Por isso, o termo pode trazer inúmeras ideias! É nisso que aposta o concurso do Festival do Minuto, que conta com o apoio da FAPESP e está em sua segunda edição.
Para participar, nada melhor do que deixar a imaginação fluir sobre qualquer ciência, seja ela exata, humana ou sobre a vida. Ciência da computação, engenharia, física, matemática, química, zootecnia, botânica, biologia, antropologia... E, como sempre, valem vídeos de até 60 segundos em qualquer formato: filmes de animação, vídeos feitos com câmeras digitais, celular, ipad etc. O que importa, mais uma vez, é a criatividade. O concurso segue aberto até o dia 30 de agosto. Ao todo serão entregues R$ 10 mil em prêmios. 
Os interessados - de todas as idades e de qualquer parte do mundo – podem inscrever seus vídeos. Regulamento e informações, além do envio do vídeo, estão disponíveis no site www.festivaldominuto.com.br.
Lembrando que quem tem até 14 anos deve se inscrever pelo Minuteen -www.minuteen.com.br, espaço dedicado a crianças e adolescentes que estão começando a familiarização com equipamentos digitais.
E há ainda o www.escoladominuto.com.br que dá dicas de como realizar um vídeo de 1 minuto. Trata-se de um portal que, após o preenchimento de um cadastro simples e rápido, exibe depoimentos de realizadores e dicas do curador e diretor de cinema Marcelo Masagão. Ele fornece dicas para a pesquisa de temas, de softwares de imagem e som, de iluminação, entre outros tópicos importantes para a produção e orientação dos vídeos.

Sobre a FAPESP, apoiadora do concurso
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) é uma das mais importantes agências brasileiras de apoio à pesquisa científica. Criada em 1962, a FAPESP, ao longo dos seus 50 anos, concedeu cerca de 105 mil bolsas de pesquisa – da graduação ao pós-doutorado – e apoio a mais de 92 mil auxílios para pesquisadores do Estado de São Paulo. O apoio é dado a pesquisas em todas as áreas das ciências, bem como tecnologia, engenharia, artes e humanidades. A FAPESP também apoia pesquisas em áreas consideradas estratégicas para o País, por meio de programas em grandes temas, como biodiversidade, mudanças climáticas e bioenergia.
Para saber mais, acesse www.fapesp.br.

Sobre o Festival do Minuto
O Festival do Minuto foi criado no Brasil, em 1991, e propõe a produção de vídeos com até um minuto de duração. É, hoje, o maior festival de vídeos da América Latina e também o mais democrático, já que aceita contribuições de amadores e profissionais, indistintamente. A partir do evento brasileiro, o Festival do Minuto se espalhou para mais de 50 países, cada um com dinâmica e formato próprios. O acervo do Minuto inclui vídeos de inúmeros realizadores que hoje são conhecidos pela produção de longas-metragens, como os diretores Fernando Meirelles (Ensaio Sobre a Cegueira e Cidade de Deus,), Beto Brant (O Invasor, Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios) e Tata Amaral (Antônia e Hoje).
Para saber mais, acesse www.festivaldominuto.com.br.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Física, química e matemática não 'chamam atenção' de estudantes

Enquanto os dados de ingressantes nos cursos de engenharia no país são positivos, uma outra frente de graduações apresenta problemas: a de físicos, químicos e matemáticos.

Entre 2010 e 2011, a participação do grupo em relação ao total de ingressantes caiu de 3% para 2,8% (houve um pequeno crescimento no número absoluto de calouros, mas menor que a média de todo o ensino superior).

São esses cursos que formam professores para a educação básica.

E é justamente essas áreas que possuem maiores deficits de docentes nas escolas públicas brasileiras.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou estar atento à questão e que deverá anunciar nos próximos dias um programa de incentivo ao ingresso nos cursos universitários de ciências exatas e biológicas.

O objetivo é que haja melhora nas aulas desde o ensino médio, com mais laboratórios, entre outras ações.

O ministério tenta incentivar os estudantes para a área antes mesmo da educação superior.

DIFICULDADES

O diretor da Escola Politécnica da USP, José Roberto Cardoso, afirmou que causa "muita preocupação" os dados referentes aos cursos de física, química e matemática --que tiveram queda de participação em relação ao total de ingressantes nos cursos de graduação.

Isso porque, afirma o pesquisador, a formação dos estudantes do ensino médio nessas disciplinas é crucial para o desenvolvimento tecnológico do país.

De acordo com o o ex-reitor da USP Roberto Lobo, um dos problemas dessas áreas é que os "ensinamentos são abstratos, o aluno fica estudando reações químicas, sem saber muito bem por quê".

Para o pesquisador, a dificuldade aparece tanto nas aulas de ensino básico quanto nas de formação dos professores no ensino superior.


Referência:


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Arte de Calcular XXVII

A potência do numeral 3, implica que a soma do resultado dos seus algarismos seja 9.


Se 3² = 9 então 0 + 9 = 9.

Se 3³ = 27  então 2 + 7 = 9. 

Se 3 = 81 então 2 + 7 = 9. 

Se 3 = 243 então 2 + 4 + 3 = 9. 

Se 36 = 729 então 7 + 2 + 9 = 18, mas 18  = 1 + 8 = 9. 

Se 3 = 2187 então 2 + 1 + 8 + 7 = 18, mas 18  = 1 + 8 = 9.   

Se 38 = 6561 então 6 + 5 + 6 + 1 = 18, mas 18  = 1 + 8 = 9.  

Se 39 = 19683 então 1 + 9 + 6 + 8 + 3 = 27, mas 27  = 2 + 7 = 9.  



Referência:

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Razões para Crermos em Deus


                                                                    
"NÓS AINDA  ESTAMOS NO AMANHECER da era científica, e todo o  aumento da luz  revela mais e mais a obra de um Criador inteligente.

Nós fizemos descobertas  estupendas; com um espírito de humildade  científica e de fé fundamentada no conhecimento estamos  nos aproximando de uma consciência de  Deus.

Eis  algumas razões para minha fé:

Através da lei matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado  por uma grande inteligência de engenharia.

Suponha que você  coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a   dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada. Agora tente pegá-las na ordem de um a  dez. Pegando uma moeda a cada vez que você  agita o bolso.         

Matematicamente sabemos que a chance de pegar a  número um é de um em  dez; de pegar a um e a dois em seqüência é  de um em 100; de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em  1000 e assim por diante; Sua chance de pegar todas as moedas,  em  seqüência, seria de um em dez bilhões.

Pelo mesmo raciocínio, são  necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter  acontecido por acaso.

A Terra  gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela  girasse  100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam  dez vezes mais longos  e o Sol provavelmente queimaria  nossa vegetação  de dia enquanto a noite longa  gelaria  qualquer broto que  sobrevivesse.

Novamente o Sol, fonte de nossa vida tem uma  temperatura de superfície de 10.000  graus Fahrenheit e nossa Terra está distante bastante  para que esta "vida eterna" nos esquente só o  suficiente. Se o Sol desse somente metade de sua  radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos  assaria.

A  inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações; Se a Terra não tivesse sido  inclinada assim, vapores do oceano moveriam-se norte e  sul, transformando-nos em continentes de  gelo.

Se nossa  lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por  dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais  altas montanhas se encobririam.

Se a  crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não  haveria oxigênio para a vida. Se o  oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o  oxigênio seriam absorvidos  e a vida vegetal não poderia existir.

É perante estes e outros  exemplos que NÃO HÁ UMA CHANCE em um bilhão que a vida  em  nosso planeta seja um acidente.

É cientificamente comprovado, o que o salmista disse:

"Os céus declaram a Glória de Deus e o  firmamento as obras de Suas mãos."

Pensem na Grandeza desse Deus que FEZ e FAZ  tudo  por Vocês!!!


Referência:


MORRISON, A.  Cressy. Ex-presidente da Academia de Ciências de NY (E.U.A).


terça-feira, 23 de abril de 2013

Meninas herdam o medo de matemática de suas professoras

Uma pesquisa da Universidade de Chicago mostrou que professoras do ensino fundamental que ficam nervosas ensinando matemática passam esse medo para suas alunas. O estudo analisou 17 professoras, 52 alunos e 65 alunas.

Os pesquisadores perceberam que as notas dos meninos em matemática não são afetadas pelo quanto a professora se sentia desconfortável ensinando a matéria. Já o caso das meninas foi o contrário.

Para determinar o impacto disso na educação das crianças, o nervosismo dos professores foi medido. Depois seus alunos foram testados no começo e no fim do ano – eles deviam desenhar um aluno que fosse bom em matemática e um aluno que fosse bom em leitura. No começo do ano, tanto meninos quanto meninas foram desenhados, nos dois casos.

» Mito ou realidade: As meninas são piores em matemática?

Mas, no final do ano letivo, os pesquisadores notaram que, mesmo os meninos tendo mantido seu padrão e desenhado tanto alunos bons quanto alunas, as meninas passaram a desenhar, quase invariavelmente, meninas boas em leitura e meninos bons em matemática.

As meninas admitiam que meninos eram melhores em matemática, além disso, acabavam tendo notas mais baixas na matéria se comparadas com os meninos ou com as próprias meninas que não acreditavam nesse estereótipo.

Os autores da pesquisa sugerem que a preparação dessas professoras no ensino da matemática deveria ser maior. Essa diferença que as meninas acabam tendo na educação pode afetar a forma com que elas escolhem a profissão – por isso as engenharias acabam sendo campos quase exclusivamente masculinos. 


Referência:

Disponível em: <http://hypescience.com/27202-meninas-herdam-o-medo-de-matematica-de-suas-professoras/>

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

XI ENEM‏ - XI Encontro Nacional de Educação Matemática


Encontro Nacional de Educação Matemática

Educação Matemática: Retrospectivas e Perspectivas

Curitiba, PR - 18 a 21 de julho de 2013

A estruturação do XI Encontro Nacional de Educação Matemática tem a difícil tarefa de superar a ideia da realização de macro encontros ‘para’ professores e organizar um encontro nacional ‘de’ todos os que têm interesse na educação matemática. Nesse sentido, o Encontro alinha-se ao modo de produção de conhecimento que supera as ‘pesquisas para professores’ ou mesmo as ‘pesquisas sobre professores’. Estamos diante do desafio de produzir conhecimento ‘com’ os professores.

No vigésimo quinto aniversário da SBEM assume-se como tarefa fundamental consolidar a Sociedade como uma entidade que congrega todos aqueles que desejam levar adiante uma educação matemática de melhor qualidade. E, neste sentido, o professor é elemento fundamental. Transformar o XI ENEM num encontro de professores é essencial. Mais do que isso, criar condições para a participação efetiva dos docentes, como protagonistas do Encontro é algo imperativo.

Assim pensando, a Diretoria Nacional Executiva da SBEM, depois de exaustivas reuniões e consultas, considerou que o tema: “RETROSPECTIVAS E PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA NO BRASIL” poderia melhor representar os anseios de, ao mesmo tempo, visitar o passado de modo crítico, vislumbrar um futuro com propostas de uma melhor educação matemática em nosso país.

“RETROSPECTIVAS”, no plural, pois múltiplos são os modos de acesso ao passado da educação matemática. E, aqui, caberia bem a distinção entre ‘educação matemática’ e ‘Educação Matemática’. E essa distinção mostra que se o nosso campo é um jovem saído da adolescência, as atividades de ensino da matemática têm existência milenar…

Longe de se querer realizar um jogo de expressões – educação matemática/Educação Matemática – mas com a finalidade de melhor precisar as ações a serem desenvolvidas no XI ENEM, caberia como fez Jeremy Kilpatrick (História da Investigação em Educação Matemática), assinalar que, a educação matemática refere-se a uma seara de atividades que se reporta a vários milênios. Lembra-nos o autor, que os escribas sumérios do ano 3000 antes de Cristo já haviam sistematizado a matemática aplicada nas escolas e desenvolvido métodos de ensinar o valor posicional, as frações e o emprego de tábuas para calcular. Ainda: no século V antes de Cristo, Sócrates empregou um método engenhoso de diálogo, mediante perguntas, com um jovem escravo, dirigindo-o até o descobrimento do valor da área de um quadrado construído sobre a diagonal de outro quadrado, verificando ser o dobro daquela do quadrado original, como é mostrado no Menon de Platão.

Séculos e séculos de atividades de ensino de matemática chegam ao Brasil até finais dos anos 1980, onde, precisamente em 1988, na cidade de Maringá, no Paraná, institui-se a Sociedade Brasileira de Educação Matemática. Com ela, a visibilidade de um campo de pesquisas novo: a Educação Matemática.

Assim, em 2013, a SBEM comemora os seus 25 anos. E, em suas retrospectivas, de modo algum, irá ater-se a dialogar somente com a sua própria existência. Abrirá espaço no XI ENEM para que seja possível o diálogo com tantas gerações quanto for possível, através da história da educação matemática. Esse é o significado das RETROSPECTIVAS.

Em termos das PERSPECTIVAS considerou-se de importância capital dar voz e vez a todos os que têm interesse em debater, analisar e divulgar a educação matemática naquilo que de melhor tem sido feito no ensino básico, nas academias, nas secretarias e órgãos gestores da educação no Brasil.

O XI ENEM em suas retrospectivas e perspectivas organiza-se por meio de quatro eixos:

Práticas Escolares
Formação de Professores
Pesquisa em Educação Matemática
História da educação matemática

Ter o protagonismo do professor no XI ENEM constitui objetivo principal do Encontro. Do cotidiano das escolas, por certo, emergem belíssimas experiências de práticas pedagógicas que precisam ser socializadas a público maior. Assim se justificam os eixos organizadores do Encontro, com especial destaque para essas práticas e para as múltiplas formas de serem apresentadas no XI ENEM: comunicações, mesas, pôsteres, relatos de experiências, minicursos entre outros.

Por certo, cada um dos eixos organizadores – (Práticas Escolares, Formação de Professores, Pesquisa em Educação Matemática, e História da educação matemática) – atende melhor a uma especificidade de estudos na educação matemática. Assim, por exemplo, “Práticas Escolares” aponta para uma maior presença de professores discutindo e debatendo as suas práticas e o seu cotidiano profissional. “Pesquisa em Educação Matemática” é eixo que privilegiará a pesquisa acadêmica. “Formação de Professores” busca reunir estudos de natureza diversa, mas focados nos processos da formação inicial e continuada de professores que ensinam matemática. Por fim, “História da educação matemática” constitui eixo privilegiado para o estabelecimento do diálogo com outras gerações e suas experiências no passado do ensino e aprendizagem da Matemática.

A partir dos quatro eixos organizadores do XI ENEM constituíram-se vários sub eixos para dar lugar à multiplicidade de aspectos que envolvem os estudos na educação matemática. As sínteses de cada um desses ramos possíveis de participação no Encontro tiveram elaboração múltipla e expressam essa variedade.


Data Importantes:


01/12/2012 – Abertura de inscrições e submissão de trabalhos

16/03/2013 – Prazo final para submissão de trabalhos

30/04/2013 – Divulgação dos trabalhos selecionados

15/05/2013 – Divulgação da programação definitiva

18/07/2013 – Inicio do credenciamento ao XI ENEM


Local


Curitiba – Paraná, no campus da PUC.


Contato:

Sobre INSCRIÇÃO E PAGAMENTO: atendimento.enem2013@gmail.com

Sobre SUBMISSÃO e TRAMITAÇÃO de trabalho: trabalhos.enem2013@gmail.com

Outras questões: enem2013pr@gmail.com