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quarta-feira, 31 de março de 2010

A caça - A Matemática na Mesopotâmia

As civilizações antigas da MESOPOTÂMIA são comumente chamadas de babilônicas, e nosso conhecimento sobre a matemática tem como fonte diversas tábuas em argilas gravadas em escrita CUNEIFORME, que chegaram aos nossos dias. Cerca de metade dos problemas contidos nas tábuas são puramente aritméticos (ou algébricos) e GEOMÉTRICOS, e dizem respeito, normalmente a problemas sobre áreas ou VOLUMES que envolvem a descoberta de INCÓGNITAS. Ao contrário da maioria das civilizações o sistema numérico mesopotâmico tinha como base o valor SESSENTA. Até hoje, o sucesso desse sistema se reflete em nossas unidades de TEMPO e medida de ÂNGULOS.
Aos babilônios se deve a invenção do sistema POSICIONAL. Com apenas seus símbolos para unidades e dezenas, podiam representar qualquer número, por maior que fosse por repetição e mudança de posição. Este é o mesmo princípio de nosso sistema numeral. Não havia notação para ZERO, embora às vezes deixassem um espaço em branco para indicar zero, o que gerava algumas confusões. Criou-se, mais tarde, um símbolo para zero, mas que só era usado em posições intermediárias. 
Os babilônios deram algumas aproximações interessantes de raízes quadradas de números que não são QUADRADOS perfeitos. Dentre as tábuas matemáticas babilônicas encontramos a chamada PLIMPTON escrita aproximadamente entre 1900 e 1600 a.C.. Ela consiste de três colunas praticamente completas de caracteres que contém ternas pitagóricas; isto é, números que representam a medida da HIPOTENUSA e de um cateto de triângulos retângulos cujos três lados têm medida inteira.

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3 comentários:

  1. Não achei INCÓGNITAS, nem TEMPO. E Quadrado está digitado errado.
    Você tem as respostas? Gostaria de passar para meus alunos. Obrigada.

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  2. Desculpe, por não tem respondido a vocês de imediato, bom vou analisar o que vocês não acharam e assim, que possível, estarei reparando o fato. Certo! Qualquer dúvida entre em contato pelo meu email.

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